O tempo todo sou questionado sobre o porquê Judeus não acreditam em Jesus como o Messias. Na maioria das vezes, mudo de assunto para evitar o atrito, devido ao fato da própria dúvida sobre algo “tão óbvio” ser considerada intolerável por muitos.
Mesmo assim, tenho percebido que a maioria insiste com a pergunta, principalmente em relação a Jesus, tendo em vista que o Brasil é um país de maioria cristã.
Também tenho notado a persistência dessa questão entre quem têm dúvidas de fé e, por causa disso, propus-me a respondê-la da melhor maneira que me é possível.
Primeiramente, gostaria de deixar claro que o objetivo deste texto é explicar o porquê os Judeus não acreditam em Jesus como sendo o messias prometido pelas Escrituras Judaicas. Só isso. Não pretendemos ofender nenhuma outra religião. Se você é seguidor assíduo de alguma religião messiânica, sugerimos que mude de site e não leia este texto. Não queremos desviar você de sua fé. Nosso objetivo é tão somente responder a pergunta que constantemente nos é feita em tom de desafio.
O Beit Chabad publicou um texto sobre o assunto chamado judeus não acreditam em Jesus. Recomendamos a leitura, pois é um excelente resumo sobre o tema. Texto sucinto, objetivo e pautado no respeito às religiões. O mesmo texto também está disponível neste livreto: Manual Prático de Esclarecimento. Entenda! Judaísmo messiânico não existe. Fuja dessa ideia.
A ideia de mashiach, messias, é uma ideia tipicamente judaica. Ela não foi inventada pelos cristãos, nem pelos muçulmanos, nem pelos pagãos. Ela é parte integrante e fundamental da tradição judaica e encontra-se pulverizada em várias passagens do Tanach. O Tanach é o nome dado ao agrupamento de três conjuntos de obras:
1) A Torah (????);
2) Os Neviim (??????);
3) os Kethuvim (??????).
Daí o nome Tanach (????). Uma espécie de “sigla” composta da junção dos nomes Torah, Neviim e Kethuvim.
Os livros do Tanach foram selecionados para fazer parte do “Antigo Testamento” Cristão. No entanto, ressaltamos que o Tanach é para os judeus o Testamento, enfim: a promessa da Grande Herança que o Eterno reservou para cada um de nós. Assim, é inadequado relacionar o Tanach a um “Antigo Testamento”. Não há antigo testamento para o judeu. Não há antiga promessa para o judeu. A Promessa do Tanach ainda é plenamente válida, aplicável e maravilhosa em todos os sentidos. Só a nomeia de “antiga” quem não a conhece.
Assim, se quisermos saber algo sobre a ideia de Messias e as promessas que o Eterno fez em relação à vinda dele; devemos, necessariamente, ler o Tanach, preferencialmente, no original, pois tais ideias estão lá.
Torah ou Torá (Pentateuco):
Neviim (Profetas):
Kethuvim (Escrituras Sagradas):
O livro que os cristãos têm hoje em casa não é o Tanach, mas um conjunto de escritos chamado Bíblia divididos em “Novo Testamento” e “Antigo Testamento”. O “Novo Testamento” não tem vínculo com a tradição judaica. Trata-se de escritos atribuídos aos seguidores de Jesus. Enfim: não fazem parte e nunca fizeram parte dos escritos sagrados judeus. Por isso, o “Novo Testamento” não serve de fundamento para justificação da vinda de um messias para os judeus.
A porção da Bíblia Cristã que fala da vinda do messias está na parte traduzida como “Antigo Testamento”.
Este é um ponto muito importante que deve ser frisado: todo o “Antigo Testamento” cristão é fruto de uma tradução precária feita por São Jerônimo a partir de escritos gregos que deram origem a tradicional Vulgata, a Bíblia oficial Cristã em latim. Bíblia a partir da qual se fez a tradução para as línguas nacionais de hoje (português, Italiano, Espanhol, Inglês e etc.). Enfim: o cristão brasileiro tem em casa uma cópia traduzida de outra tradução mal feita. Algo assim, no mínimo, deve ser considerado por quem seriamente deseja compreender o que o Tanach diz a respeito da vinda do messias.
Infelizmente, a tradução cristã está repleta de erros grosseiros. O próprio João Ferreira de Almeida, tradutor da Vulgata para o Português, identificou mais de 2000 erros na tradução de São Jerônimo. Alguns dos erros estão em partes consideradas fundamentais para “provar” que Jesus era o messias prometido pelos escritos judeus. Obviamente, esses erros são apontados pela crítica como propositais com o intuito de convencer as pessoas e justificar a fé cristã. Mas, independente desses erros, há outras questões igualmente cruciais que veremos logo a seguir.
Eu recomendo que o interessado estude hebraico para ler o texto original e tirar as próprias conclusões. Mas, se isso lhe for muito penoso, que leia pelo menos uma tradução feita diretamente do hebraico por uma equipe idônea para diminuir as incoerências e as interpretações tendenciosas.
O Tanach não é um livro comum. Ele um código. E é de propósito. Toda sua redação respeita a gematria. O que é isso? Cada letra do alfabeto hebraico representa um número. Cada palavra, outro número. Cada linha, outro número. Cada versículo, um número. Cada capítulo, outro número! Todos os números relacionados entre si numa verdadeira tabela gigantesca de relacionamentos matemáticos complexos! Enfim: todos os números estão relacionados entre si por precisas relações matemáticas cheias de significação espiritual. E isso é de propósito. Além disso, todos os escritos sagrados tem uma espécie de “dígito verificador”. Ele impede os copistas de falharem na transcrição de sequer uma letra do Tanach. Enfim: ele torna possível conferir se a cópia está exata, evitando as adulterações voluntárias e acidentais.
Infelizmente, por melhor que seja a tradução, ela não pode ser estudada através de gematria. Estudo considerado fundamental pelos sábios para extrair os significados espirituais mais profundos dos escritos. A gematria serve também para evitar interpretações equivocadas. Por exemplo: as que ficaram famosas na Idade Média por “justificar” matanças sem fim e o posicionamento de algumas seitas cristãs que preferem deixar seus entes queridos morrerem a receber uma doação de sangue!
Quando lemos uma “tradução”, estamos mais sujeitos a esses equívocos do que quando lemos o original porque podemos lançar mão do recurso gemátrico para colocar a interpretação a prova.
Este livreto: Isaías Segundo o Judaísmo, foi redigido para demonstrar com base no Tanach o porquê Jesus não pode ser considerado messias segundo a tradição judaica. Segundo o Tanach, existem critérios que nos permitem identificar com precisão quando o messias houver chegado. No caso, Jesus descumpriu praticamente todos os critérios.
Vejamos alguns:
Segundo a tradição judaica, o profeta Elias irá reaparecer antes da vinda do Messias (Malaquias 4:5-6).
No “Novo Testamento” cristão, Jesus afirma que João Batista era Elias (Mateus 11:13-14, 17: 10-13). Entretanto, quando João Batista foi perguntado sobre o assunto, ele negou (João 1:21). O Evangelho de Lucas 1:17 tenta resolver o problema, afirmando que João Batista apareceu no espírito de Elias. É prudente lembrar que o cristianismo em geral nega com ênfase a doutrina da reencarnação. Isso por si só já é uma contradição, já que o próprio cristianismo lança mão dessa doutrina para justificar o retorno do profeta Elias em João Batista. Independente dessa polêmica, há outras críticas em relação ao mesmo assunto. Vejamos:
Segundo o Tanach, o Messias deve ser descendente do Rei Davi e Salomão. (Jeremias 23:05, 33:17, Ezequiel 34:23-24; 2 Samuel 7:5-13).
Conforme as escrituras cristãs, Jesus não era descendente do Rei Davi. Vejamos:
O “Novo Testamento” cristão fala sobre a genealogia de José. Entretanto, há um grande problema para os cristãos resolverem: Jesus afirma ter nascido de uma virgem e que José não era seu pai. (Mat. 1:18-23). Em resposta, alega-se que José adotou Jesus, e passou sua genealogia a ele por adoção. De qualquer maneira, tenha ou não adotado, o problema permanece. Vejamos:
Não há base bíblica para a adoção nesses casos. Um pai não pode passar sua linha tribal por adoção. Um sacerdote que adota um filho de outra tribo não pode fazer dele um sacerdote por adoção. Mas, suponhamos que tenha havido a adoção. Mesmo assim, José não poderia dar a Jesus o que ele mesmo não tinha. José é descendente de Jeconias (Mateus 1:11-16). E daí? E daí que os escritores cristãos esqueceram que isso fez José cair na maldição do Eterno que prevê que nenhum dos descendentes de Jeconias se sentaria como rei no trono de Davi. (Jeremias 22:30, 36:30). Ora. Conforme vimos, o messias será necessariamente um rei descendente do Rei Davi e Salomão.
Outra questão: não há provas de que Maria descende de Davi. Mesmo que se pudesse comprovar que Maria é descendente de David, a filiação tribal nos tempos antigos dava-se através do pai e não através da mãe conforme previsto em Números 1:18 e Esdras 2:59. Se Jesus não tinha pai humano, como ficaria então a questão da filiação?
Suponhamos que por uma generosidade do Eterno a linhagem tribal de José pudesse ser transferida a Jesus por “afinidade”. Em qualquer caso, como José é descendente de Jeconias, Jesus não poderia ser o messias por causa da maldição prevista para os descendentes de Jeconias (Jeremias 22:30 e 36:30).
Mas, o “Novo Testamento” cristão é confuso em relação à genealogia de José. Enquanto Mateus diz que José é desdente de Jeconias, o amaldiçoado, Lucas discorda e diz que José é descendente de Natã filho de Davi. (Lucas 3:23-31). De qualquer modo, isso é insuficiente para qualificar Jesus como possível messias tendo em vista que é preciso ser descendente de Davi e Salomão. Dessa maneira, a descrição de Lucas é inútil, pois Jesus passa por filho de Natã, não de Salomão.
Além disso, Lucas (3:27) também lista Salatiel e Zorobabel na árvore genealógica de Jesus. Ora, lembremos que os dois também aparecem em Mateus 1:12 como descendentes de Jeconias, o amaldiçoado! Enfim: de qualquer maneira Jesus não preenche os requisitos para ser messias.
Mas deixemos de lado essas questões de genealogia. Não é apenas essa questão que inviabiliza Jesus como o pretendido messias. Há outros pontos. Analisemos:
O messias deve reunir o povo judeu do exílio e devolvê-los a Israel
“E ele deve criar uma bandeira para as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e reunirá os dispersos de Judá dos quatro cantos da terra.” (Isaías 11:12) Quando Jesus estava vivo, nada disso aconteceu. Pelo contrário, surgiu uma religião nova e os judeus foram divididos e dispersos pelo mundo mais ainda!
Ele reconstruirá o Templo de Jerusalém. (Ezequiel 37:26-27), mas como Jesus reconstruiria o terceiro templo se o segundo templo ainda estava em pé? Para escapar dessa dificuldade, os cristãos inventaram uma nova interpretação: relacionaram o terceiro templo ao corpo de Jesus que, segundo eles, teria ressuscitado no terceiro dia. De todo modo, ironicamente, tanto Jesus, quanto o segundo templo foram destruídos pelos romanos de modo que a profecia de Ezequiel passou longe de ser cumprida.
O Messias vai governar em uma época de paz no mundo inteiro. “E julgará entre muitos povos, e castigará poderosas nações até mui longe, e converterão as suas espadas em enxadas, e as suas lanças em foices: uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.”. (Miquéias 4:3).
“O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha como o boi.” (Isaías 11:6-7).
Em outras palavras: O messias trará a paz universal e tornará desnecessária a guerra. No entanto, o período que Jesus viveu não pode ser considerado pacífico nem mesmo na região onde ele morava. Revoltas, guerras civis, golpes, matanças sanguinárias e muitas lutas. O próprio Jesus foi morto violentamente e a maioria de seus apóstolos tiveram mortes violentas e seus seguidores foram perseguidos também pela força da violência. Nem mesmo entre os judeus havia paz. Toda essa confusão belicosa por si só já mostra que a profecia não foi cumprida.
Ironicamente, a Idade Média, onde prevaleceu a mentalidade cristã na Europa, foi uma dasépocas mais violentas e insanas da história da humanidade. Basta saber ler para conferir a informação nos livros de história. Só isso, por si só já é suficiente para demonstrar que a era messiânica não tinha chegado. Logo, como o Eterno não mente, a única conclusão coerente é que Jesus não era o messias.
Quando o messias governar, o povo judeu observará os estatutos do Eterno. “Meu servo Davi será rei sobre eles, e todos eles terão um só pastor. Devem seguir as minhas ordenanças e ter o cuidado de observar os meus estatutos” (Ezequiel 37:24).
Pelo contrário, os seguidores de Jesus acusam as leis mosaicas de “retrógradas” e “ultrapassadas”. Paulo ficou famoso pelas polêmicas com Pedro por incitar as pessoas a não fazerem circuncisão (Gálatas 5:6 e 6:15, Felipenses 3:2-3). Paulo também lançou polêmica sobre o cumprimento das leis das festas religiosas, de Rosh Codesh (lua nova) e de Shabat (Sábado): (Colossenses 2:16). O próprio Jesus incitava o povo a descumprir as leis da cashrut sobre a alimentação adequada (Mateus 15:11). Algo assim contradiz completamente a profecia de Ezequiel que diz que o Messias levará o povo judeu a observar as leis da Torah e suas Mitzvoth.
Quando o Messias governar, todos os povos servirão ao Eterno “E virá passar que desde uma lua nova até à outra e desde um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Eterno” (Isaías 66:23).
Ora, até hoje isso não aconteceu! Pelo contrário, as divisões de fé se multiplicaram. E muitas guerras foram feitas por causa delas. Outro ponto importante é que o messias será um rei terreno, um governante de povos. O reino dele será deste mundo e não do outro mundo como afirmou o próprio Jesus (João 18:36).
“a terra se encherá de conhecimento do Eterno, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11:9).
Isso não aconteceu nem na época de Jesus, nem depois, nem hoje. Os povos do mundo inteiro ainda continuam afastados do Eterno. A busca de riqueza e poder ainda lidera o ranking da principal meta de vida das pessoas. Ainda é minoria os que priorizam uma vida pautada pela elevação espiritual e pelo compromisso de melhorar a vida de todos na sociedade.
Há muitos outros requisitos que o messias terá de cumprir para ser considerado o messias. Citei apenas alguns para evidenciar o porquê os judeus não acreditam em Jesus como o messias.
Pelo mesmo motivo, não existe judaísmo messiânico, pois o messias ainda não veio. Recentemente surgiram algumas denominações cristãs que se autodeclaram judeus e, ao mesmo tempo, seguidores de Jesus. Do ponto de vista judaico, isso é absurdo, pois qualquer judeu alfabetizado pode ler claramente no Tanach que Jesus não cumpriu os requisitos para ser o messias!
Ainda está com dúvida? Então vejamos mais alguns argumentos.
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O reestabelecimento da dinastia David, que jamais cessará.
Fonte: Daniel 7:13-14
Mas Jesus não teve filhos, nem estabeleceu reinado algum, muito menos um que nunca cessaria.
Uma era de paz eterna entre todos os povos e todas ás nações
Fonte: Isaías 2:2-4; Miquéias 4:1-4; Ezequiel 39:9.
Obviamente não temos paz, e infelizmente muitas guerras foram feitas em nome de Jesus.
Todos os povos do mundo serão convertidos ao monoteísmo.
Fonte: Jeremias 31:31-34; Zacarias 8:23; Isaías 11:9; Zacarias 14:9, 16.
O mundo ainda está cheio de idolatria, inclusive idolatrando Jesus como se fosse o próprio Eterno, comportamento antijudaico já que o Eterno ordenou nos seus preceitos que só Ele pode ser adorado. Obviamente, Jesus não é o Eterno. Foi por esse motivo doutrinário e por outras questões políticas que a Igreja Católica Romana separou-se da Igreja Cristã Ortodoxa do oriente, o primeiro “grande cisma” cristão.
Reconhecimento que só o Eterno é o Eterno D’us.
Fonte: Isaías 11:9
Obviamente o mundo ainda não reconheceu o Eterno de Israel como único D’us. Para o Judaísmo a questão é muito simples. O Eterno é D’us, Ele é Único. Simples, não é?
Entretanto, o cristianismo afirma a existência de três divindades distintas e independentes que, apesar disso, formam um só deus, a trindade divina. Mistério da fé cristã e um absurdo ôntico e matemático que afirma que 1=3 e que o igual é idêntico ao diferente! Nenhum cristão consegue explicar isso de maneira satisfatória. Já consultei vários padres e bispos, nenhum deu uma resposta coerente. Também já li as obras de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Nenhum deles respondeu sem agredir os princípios mais elementares da lógica e do ser.
A ideia de trindade é comum nos cultos pagãos. Na Grécia tínhamos a trindade Zeus, Poseidon e Hades. Em Roma: Júpiter, Netuno e Plutão. No Egito: Osíris, Isis, Hórus. A mesma ideia também se repete nos cultos pagãos antigos do norte da Europa, no Taoismo, nos cultos africanos, nos cultos indígenas do “novo mundo”, no Budismo e no Hinduísmo.
A única resposta coerente sobre o assunto da “trindade” nas religiões é dada pela Cabalá judaica nas lições sobre o pilar do equilíbrio na Árvore da Vida. Evidentemente, um mestre autorizado de Cabalá deve ser consultado.
O mundo se tornará vegetariano
Fonte: Isaías 11:6-9
Obviamente o mundo não é vegetariano! Tem dúvidas?
Reunião das doze tribos de Israel
Fonte: Ezequiel 36:20
Infelizmente as dez tribos continuam desaparecidas…
Reconstrução do Templo
Fonte: Isaías 2:2; Ezequiel 37:26-28.
O templo ainda não foi reconstruído. Jesus não teria a possibilidade de cumprir a profecia já que o Segundo Templo nem tinha sido destruído antes dele ser morto pelos romanos.
Na haverá fome no mundo
Fonte: Ezequiel 36:29-30
Não precisamos olhar para a África para perceber que ainda há muita fome no mundo. Basta andar nas ruas e ver as centenas de pessoas que moram nas ruas e debaixo das pontes. E, claro, os milhares de desamparados que existem dentro de nosso grande Brasil.
A morte cessará
Fonte: Isaías 25:8
A morte não cessou. Elas continuam diariamente. E, portanto, é evidente que Jesus não cessou a morte no mundo.
Ressurreição de todos os mortos
Fonte: Isaías 26:19; Daniel 12:2; Ezequiel 37:12-13; Isaías 43:5-6.
Obviamente Jesus não ressuscitou todos os mortos antes de ser morto pelos romanos!
As nações ajudarão materialmente Israel
Fonte: Isaías 60:5-6; 60:10-12
O que vemos são muitas nações querendo destruir Israel, ou no mínimo, prejudicar Israel. Existem nações, como o Irã que prometem destruir Israel. Jesus não cumpriu esta profecia. Pelo contrário, em nome de Jesus, as nações perseguiram os judeus por séculos a fio!
As nações irão até os judeus para buscar orientação espiritual.
Fonte: Zacarias 8:23
Obviamente isto não aconteceu. Em boa medida, os não-judeus querem é converter os judeus para acreditarem em Jesus! E mais, a maioria das religiões criticam os judeus como “péssimos exemplos” a serem seguidos.
Todas as armas serão destruídas
Fonte: Ezequiel 39:9, 12
Jesus não destruiu as armas. Pelo contrário, foi a inspiração de muitas delas, inclusive de ordens religiosas com fins militares. O mundo de hoje está armado até os dentes, inclusive com armas nucleares, químicas e biológicas que podem destruir toda vida no planeta…
O rio Nilo secará
Fonte: Isaías 11:15
Jesus não secou o rio Nilo. Ele continua forte, vigoroso e fluindo como de costume.
As árvores darão frutos mensalmente
Fonte: Ezequiel 47:12.
Isso não aconteceu nem acontece. Duvida? Experimente plantar um pé de manga e colher os frutos mensalmente…
As tribos de Israel receberão de volta as terras herdadas do Eterno.
Fonte: Ezequiel 47:13-13.
Isso não aconteceu nos tempos de Jesus. Começou a acontecer agora no séc. XX com o retorno dos Judeus para Israel. Mesmo assim, os não-judeus querem tomar a terra de Israel. As outras 10 tribos de Israel ainda continuam desaparecidas e dispersas pelo mundo.
As nações da terra reconhecerão suas injustiças contra Israel.
Fonte: Isaías 52 e 53
Isso não aconteceu. E até mesmo o holocausto, esse poço inominável de brutalidade que marcou o séc. XX não comoveu todas as nações. O Irã nega o holocausto constantemente e promete “varrer Israel da face da terra”.
Se o suposto messias descumprir apenas um desses vários requisitos citados (e não citamos todos!), ele não poderá ser considerado o messias, pois o Eterno não mente! No caso de Jesus, ele descumpriu praticamente todos os requisitos. Portanto, Jesus só poderia ser considerado messias por quem não era judeu ou nada conhecia do Tanach.
Foi exatamente isso que a “nova religião” fez, separou-se do judaísmo onde a pretensão de Jesus não tinha fundamento e criou um “Novo Testamento” para desviar-se de prestar contas ao “antigo”.
O Resto da história você já conhece… Roma, o maior e mais poderoso império do ocidente, estava em terrível declínio. Ameaçado de invasões bárbaras, crise econômica e revoltas iminentes em todo canto. Um cenário que trazia uma sensação de “fim dos tempos” para todo povo romano.
O Império criado pelo deus Marte estava agônico. OPaganismo que era até então a marca de Roma por excelência estava em crise total. Templos de Júpiter(o deus maior de Roma) eram depredados por “cristãos raivosos”; os cultos em honra a Baco eram acusados de orgíacos e demoníacos pelos cristãos. Os templos de Mitras eram alvos de perseguição. Nem mesmo os templos de Vênus e Feboescapavam do vandalismo… O Povo estava nervoso e descarregava a fúria até contra as vestais (virgens dos templos e guardiães do fogo pagão romano). Evidentemente, as autoridades romanas passaram a perseguir os cristãos para conter a desordem civil. Alerto que há várias versões para a história da perseguição dos cristãos na Roma Antiga. Do ponto de vista romano, o objetivo era manter a ordem pública que se via ameaçada pelos saques e atos de vandalismo contra o patrimônio público romano. Do ponto de vista cristão, o motivo da perseguição era a maldade dos romanos que não aceitavam a fé boa e caridosa dos cristãos.
Em todo caso, é consenso que se trata de um período histórico obscuro, de dramas, crises, conspiração, decadência e uma sensação total de descontrole e desconfiança em relação ao futuro. A velha Roma estava mesmo morrendo, a ponto do cristianismo e o mitraísmo ter começado a ganhar força entre oslegionários e pretorianos. A elite de Roma!
Júpiter, Netuno e Plutão, a trindade Pagã, estavam perdendo espaço para religiões estrangeiras… O Caos parecia iminente. Seria o fim total de Roma? Seria… se um político romano, Constantino, não houvesse tido a esperteza de transformar o veneno em remédio. Diga o que quiser dos romanos, mas eles sabem tirar proveito das crises! Como diz o velho ditado, se não pode vencê-los, junte-se a eles.
Foi o que Constantino fez. Ele converteu-se ao cristianismo e criou uma instituição religiosa para atender seus desejos políticos. A famosa Igreja Católica Apostólica Romana, que levava o estandarte SPQR (Senatus Populusque Romanus). A partir de então, Roma era oficialmente Cristã. Os perseguidos por motivos religiosos tornaram-se perseguidores das outras religiões! O povo estava feliz porque o cristianismo havia “vencido” oPaganismo.
Recomendo ler a respeito nos livros de História. Mas o que os livros de história não contam é que o “paganismo” não morreu. Ele continua tão vivo quanto antes, só que com uma roupa nova. Mais sutil e refinada. A roupa do “Jesus Cristo”. Peter Joseph fez um documentário mostrando as semelhanças do paganismo com o culto cristão que estão no filme Zeitgeist, the Movie (2007):
Parte 1 de 3 (Dublado em Português do Brasil):
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Parte 2 de 3 (Dublado em Português do Brasil):
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Parte 3 de 3 (Dublado em Português do Brasil):
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Peter Joseph concluiu erroneamente que todas as religiões eram falsas por causa das semelhanças entre elas. Ele não era iniciado em Cabalá (tradição mística judaica). Por isso, ele chegou a tal conclusão precipitada.
Jesus, Maomé, Napoleão, Inri Cristo, Lubavitcher Rebe e qualquer outro que seja considerado “o messias” não é o messias previsto pelos escritos judaicos porque ainda não houve quem cumprisse os requisitos previstos pelo Tanach.
Ademais, não adianta o suposto messias ser um exemplo de santidade, um líder nato, um fazedor de milagres ou possuir qualquer outro atributo considerado magnífico e grandioso pelos seus seguidores. Nada disso importa.
Para os judeus, só uma pergunta interessa: os requisitos previstos no Tanach para a vinda do messias foram todos cumpridos?
Se não, o messias não veio. Se sim, Ótimo!
Ainda está com dúvida? Pergunte.
Sebastião Fabiano Pinto Marques é Filósofo, poeta e escritor. Sebastião é Bacharel em Direito e formado em Administração Gerencial pela ETFG – Itabira. De espírito prático, ele é um entusiasta das técnicas GTD desenvolvidas por David Allen como solução mais adequada às demandas empresariais e pessoais. Também é idealizador e administrador do blog Matutando.
Sebastião Fabiano Pinto Marques é Filósofo, poeta e escritor. Sebastião é Bacharel em Direito e formado em Administração Gerencial pela ETFG – Itabira. De espírito prático, ele é um entusiasta das técnicas GTD desenvolvidas por David Allen como solução mais adequada às demandas empresariais e pessoais. Também é idealizador e administrador do blog Matutando.
Gilberto
19/12/2011 em 20:26
Oi Gilberto.
Beleza?
Achei o texto esclarecedor e fiquei com uma vontade louca de pesquisar sobre o mundo antes e depois de Cristo.
Só pra esclarecer.
Os judeus reconhece Cristo com um profeta, não é? Como o messias sei que não.
Mas como um grande projeta sim?
Outra coisa, Cristo era judeu, quando ele falava para o povo, qual livro ele lia ou ele se baseava em que? Era o “Antigo Testamento”, a “Torah”.
Só um confirmação, o Irã (ou o presidente Mahmoud Ahmadinejad) nunca disse que o holocausto não existiu. O que ele disse foi que não existiu no Oriente Médio.
Ele questiona o seguinte: se o holocausto não existiu no oriente médio, porque a Palestina (e o Oriente Médio) estão pagando o preço tão alto desde o fim da segunda guerra.
Quando ele visitou o Brasil em 2009, ele deu uma entrevista interessante para o William Waak da TV Globo.
Coloquei um documentário esclarecedor sobre o Nascimento de Israel http://tireotubo.blogspot.com/2011/12/documentario-o-nascimento-de-israel.html se você quiser dar uma olhada…
Não gosto Mahmoud Ahmadinejad, ele manda prender sem justificativa cineastas iranianos que admiro. Mas também não é legal dizer uma coisa que o cara não disse, ou pegar uma frase e tirar totalmente do contexto.
Abraço.
Allan
Sebastião Marques
20/12/2011 em 08:31
Prezado Allan,
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Os judeus NÃO RECONHECEM JESUS COMO UM PROFETA. Jesus surgiu cerca de 350 anos após a profecia ter terminado em Israel.
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Aliás, do ponto de vista judaico, ele não pode ser considerado nem um bom judeu, pois ele incitava os outros a não cumprir as Mitzvoth e dizia coisas muito insensatas para qualquer judeu hoje e naquela época. Veja: http://www.youtube.com/watch?v=QVEj5TE56yg
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Quem considerá Jesus como um profeta são os Islâmicos, não os judeus.
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Atenciosamente,
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Sebastião Marques
roberto
25/12/2011 em 10:01
Caro editor, voce esqueceu de mencionar que além da tradução de Gerônimo existem as traduções diretamente do hebraico, aramaico e grego nas versões de Erasmo de Roterdan e da Bíblia de Genebra. Portanto, quando voce disse em seu texto que a única tradução que existe é a de Gerônimo, parei de ler alí pois esta afirmação não condiz com a realidade, lamento dizer que lhe falta conhecimento já no início do seu post, daí, o resto é só a propagação deste erro inicial.
Só mais uma coisa. A palavra palestina só passou a ser usada para a região conhecida como judéia aproximadamente 150anos depois de Cristo, num gesto de afronta contra os judeus após a segunda revolta o Imperador Adriano cunhou esta expressão aludindo aos maiores inimigos dos judeus, os filisteus (Philistia = Palestina).
Sebastião Marques
05/01/2012 em 22:27
Prezado Roberto,
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Abra sua bíblia cristã. Veja o que está escrito lá: “Tradução de João Ferreira de Almeida”. Baseada em qual bíblia? A Vulgata de São Jerônimo.
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Não conheço ninguém que use ou tenha uma “Bíblia de Genebra”, logo, fui bem exato no que disse.
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E mais: não sou historiador, nem onisciente. Eu falo do que eu vejo e do que está ao meu alcance. E eu nunca vi uma “Bíblia de Genebra”. Aliás, nem as enciclopédias falam dela!
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Assim como os livros não falam um monte de coisas que não igualmente são ignoradas por todos. Mas a vida é assim: constante aprendizagem.
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Por favor, cite a bibliografia de onde você tirou essa “Bíblia de Genebra”.
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Posso ser ignorante, como você diz, mas pelo menos não acredito em um homem doido que se achava deus e cujos seguidores apreciam comê-lo e bebê-lo num ato de canibalismo devasso.
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Atenciosamente,
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Sebastião Marques
http://www.matutando.com
Giba
05/01/2012 em 23:00
Sebastião, eu particularmente gostei de sua resposta, prática, curta, objetiva, direta.
As pessoas tem o hábito de julgar sem conhecer, defender uma tese sem ter estudado a fundo, tomar partido sem conhecer ambas as partes.
O preconceito também faz parte do pacote.
Obrigado
Giba
ricardo
05/01/2012 em 16:09
is cap 11, ez 34,23,conversar com sebastiao margues ok.
Sebastião Marques
05/01/2012 em 22:35
Para conversar comigo, basta acessar http://www.matutando.com/2010/05/22/por-que-jesus-nao-e-o-messias-segundo-os-judeus/ e fazer um comentário ou enviar email, conforme achar melhor.
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Se tiverem alguma correção a fazer, favor informar a fonte: citação do texto bíblico ou a referência bibliográfica.
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Obrigado.
karina
31/01/2012 em 00:28
a biblia está simplesmente se cumprindo, no momento q a igreja for arrebatada vcs vão ver. e vão se ajoelhar diante do salvador, do MESSIAS.
ñ sou uma pessoa q me deixo levar por um texto sensacionalista desses.
alem disso existe erro, pois muitos judeus acreditam e tem a certeza de q Jesus é o messias!eu sei o q estou falando!!!
a paz do senhor pra vcs, eu estou falando de coração.
e se vc sente um vazio no coração, se tranque dentro do seu quarto e começe a falar com Deus, pelo menos por algum minuto do seu dia e vc verá algo surpreedente acontecer!!
amém!GLORIA A DEUS!
Giba
31/01/2012 em 00:42
Olá Karina, tudo bem contigo?
Em primeiro lugar o texto não é sensacionalista, mas explicativo, pois trás para os leitores a doutrina judaica e seus ensinamentos.
Não estou pedindo para que você acredite ou deixe de acreditar em algo ou em seu deus, mas que ao menos respeite a crença alheia.
O respeito deveria ser a primeira lição a ser aprendida pelos cristãos, caso contrário nada os diferenciará do talibãs fundamentalistas.
Garanto que se você tivesse nascido no japão, teria a mesma certeza em relação a Buda, se fosse nascida na Índia, teria a mesma certeza em relação à Krishina e assim por diante.
Em meu blog eu procuro trazer informações sobre todas as doutrinas religiosas possíveis, com a verdade, para informar aos leitores e tira-los da ignorância, desmistificando mitos e derrubando preconceitos.
Quando você diz que muitos judeus acreditam que Jesus é o messias, eu lhe peço que me apresente pelo menos dois judeus legítimos que tenham esta crença, pelo menos dois, volto a repetir.
Minha amiga, estude e se informe, mas utoilise a inteligencia também, pois ninguém chega a lugar nenhum apenas movida pelas paixões.
Um grande abraço
Giba
karina
31/01/2012 em 00:33
espero q vcs ñ aceitem só aqueles comentaris de agrado de vcs em
Giba
31/01/2012 em 09:00
Eu apenas não aceito aqueles que tem pornografia, apologia ao crime e ataques gratuitos.
Se descordar de mim, será um bom motivo para iniciarmos uma boa conversa.
Sinta-se a vontade para discordar.
karina
31/01/2012 em 01:06
irei contar um testemunho semelhante a esse assunto:o questinamento sobre Jesus.
certa vez num dia de sabado liguei a tv e achei um programa espirita na rede tv, comecei a assistir, normal,porem começaram a explicar porq Jesus cristo ñ é o messias, e comecei a questionar no meu coração:será q tenho vivido uma vida de mentiras, crendo em alguem q penso ser o salvador mas ñ é?
então fiquei toda uma tarde daquele dia pedindo perdão a Deus por está duvidando dele,porem pedia tambem para me explicar. foi no momento q peguei minha biblia , fiz uma pequena oração, e a abri. quando olhei quase q ñ acreditei, tinha aberto logo no livro de mateus, no momento da crucificação.
foi aí q intendi, q depois de Jesus ter passado todos esses sofrimentos,humilhação despreso, para me salvar ” eu achei pouco ” e duvidei da sua santidade.foi o momento em que me ajoelhei e começei a chorar por saber o quanto sou suja e indigna de ser ouvida por ele de ser tão amada, de saber q meu nome esta gravado em suas mãos.
todos nós(todos mesmo) fomos escolhidos por Ele, temos um proposito temos uma missão a cumprir.Deus te ama meu irmão apesar de muitas vezes ñ parecer. fomos comprados por um preço que se eu fosse dona de toda a terra ñ coseguiria pagar a Ele.
beijos e abraços amados!!!!!!!!
alan
28/02/2012 em 22:18
sou homossexual e detesto as xacotas que fazem de minha pessoa.
gostaria de apegar-me com alguma crença, ritual ou qualquer coisa que me aceitem.
pode dar-me dicas sobre isso.
beijinhos!!!!
Giba
29/02/2012 em 10:34
Alan, vou pesquisar a respeito, mas por hora o que posso afirmar é que a Umbanda e o Candomblé não tem preconceito dogmático sobre a sexualidade de seus adeptos, aceitado naturalmente a opção de cada um.
Quando eu tiver mais informações deixo aqui.
Um grande abraço
Sebastião Marquese
29/02/2012 em 10:54
Existe o paganismo grego-romano. Eles aceitam o homossexualismo. Basta ver Alexandre o Grande e o costume dos gregos antigos.
.
Difícil será encontrar alguma instituição no Brasil que ainda siga o paganismo greco-romano antigo.
karina
31/01/2012 em 01:24
tudo sim giba e com vc? bom em primeiro lugar eu respeito sim a crença de outras pessoas meu amor, apesar de vc está afirmando q ñ, hoje irei orar por vc com certeza, pois gostei de vc, já estou gostando de vc como se fosse um irmão.por favor ñ pense q estou sendo ipocrita, isso ñ me acontece todas as vezes.
amanha qualquer hora entrarei nesse site novamente se me permitirem.
beijos!!!!!!
Giba
31/01/2012 em 08:56
Karina, sinta-se sempre bem vinda.
Muitas vezes, ao afirmar aquilo em que acreditamos, parece que não estamos respeitando aquilo em que nossos semelhantes acreditam, foi por este motivo que comentei sobre o respeito.
Se você respeita, ótimo e desculpe por interpreta-la mal.
Se você ler os textos sobre religião que estão neste blog, verá que falo de várias doutrinas, algumas cristãs e outras não, pois não estou nem julgando nem deixando minha expressa opinião sobre a fé.
Minha opinião é dada apenas no que diz respeito ao comportamento, como no texto aos irmão de fé, que você pode conferir em: http://gibanet.com/2011/10/23/aos-irmaos-de-fe-2/
Meu principal foco, por enquanto é a informação e apenas depois de informar sobre as diversas doutrinas é que vou questionar, com a intenção de fazer as pessoas pensarem, pois em minha opinião, fé não é um assunto onde caibam dúvidas, pois para que ela seja verdadeira, você tem que ter certeza daquilo em que acredita.
A informação também é importante para que o fiel não caia nas armadilhas dos muitos picaretas que estão por aí enganando os mais desatentos e explorando financeiramente.
Fique a vontade para ler, criticar, comentar e participar.
Um grande abraço
Giba
karina
31/01/2012 em 12:53
muito obrigada por me deixar avontade giba.
e vou conferir sim esse texto; me perdoe por ter interpretado vc de maneira errada .
um grande abraço pra vc tambem
gabriel
28/02/2012 em 21:39
legal esse texto, apesar de crer diferente dos judeus ortodoxos.
gosteria de saber onde encontro um site falando sobre satanismo?
pois só encontro site evangelico falando do assunto
Giba
29/02/2012 em 10:31
Gabriel,
Você pode encontrar uma pequena explicação sobre o Satanismo aqui neste blog no link http://gibanet.com/2011/10/23/o-satanismo/
Também pode procurar mais informações sobre o assunto no fórum da Associação Satanista de Porto Alegre, neste endereço http://aspa.forum-livre.com/
Se ainda tiver dúvidas deixe aqui nos comentários.
Um grande abraço
mariano
29/02/2012 em 20:40
esse texto é muito bom cara!agora já sei onde tirar minhas duvidas sobre religioes.
uma das minhas duvidas é sobre cantores gospels.
se eu começar a ouvir musicas desse genero, posso me contaminar com mentiras cantadas?
e como posso saber se é verdade o falam?
(se por acaso vc ñ souber responder,eu te entendo, pois estou muito confuso com opinioes diferentes)
Giba
29/02/2012 em 21:05
Mariano, a única maneira de saber se o que está sendo dito é verdade ou mentira é estudando a historia.
Se quiser um bom local de pesquisa, onde as pessoas respondem suas dúvidas clique neste link http://irreligiosos.ning.com/
Você pode ouvir música gospel tranquilamente sem se contaminar, pois é assim que fazemos com as outras músicas.
A única forma de se contaminar com mentiras é acreditar no que é falado sem verificar a veracidade.
Opiniões podem ser diferentes, mas o resultado de uma pesquisa séria, baseada na história e em evidencias não deixam dúvidas.
Um grande abraço
Giba
mariano
29/02/2012 em 21:28
muito obrigado pela resposta.
Giba
29/02/2012 em 23:21
Na aba religião tem muito material de pesquisa que pode lhe ajudar.
Se precisar de ajuda estou a disposição
Álvaro Henrique
12/04/2013 em 23:23
Estive em muitas fontes pesquisando sobre o assunto, e esta foi a mais esclarecedora da visão judaica.. Eu discordo demais em muitos argumentos utilizados no texto e, obviamente da teoria em si, porém admito que foi o mais completo, informativo, forte e sintetizado! Muito obrigado pelo post, vai me ajudar na elaboração de contrargumentações que podem me ser uteis na vida futura hehehe
Que Iahweh lhe de mais sabedoria =D
Gilberto
13/04/2013 em 12:18
Álvaro, fico contente por você ter gostado do post.
Sugiro que leia os textos do Ivani Medina, que são muito esclarecedores.
Grande abraço
MZ
19/04/2013 em 13:59
Tenho umas resalvas embora nenhuma dúvida .
As resalvas:
1- “As tribos de Israel receberão de volta as terras herdadas do Eterno.Fonte: Ezequiel 47:13-13.
Vale lembrar que Canaã já tinha donos quando os espiões e soldados do Moisés a invadiram. Até na mítica bílbia já é invasão seguida de genocídio.
O renomado escritor judeu e historiador S.Sand provou por A+B que os judeus de hoje não tem nada haver com os israelitas bíblicos,são remanescentes do reino Khazar e que o estado de Israel fez uso político de um mito bíblico.
2-Todas as armas serão destruídas
Fonte: Ezequiel 39:9, 12
Infelizmente Israel tem bomba nuclear e atualmente é o maior fabricante de armas do mundo, possui um acordo comercial nesse sentido com o Brasil, inclusive.
Pra finalizar são característicos, o narcisismo e a soberba em religiosos fundamentalistas, ao se auto-intitularem os tutores espirituais de todos os(no caso) não judeus do mundo.
Oh,Buda! om om om
MZ
19/04/2013 em 14:30
Ah eu ia esquecendo……sobre
“Todas as armas serão destruídas”
Fonte: Ezequiel 39:9, 12
será que o autor da Bíblia não trocou a palavra armas por pessoas?
Israel utilizou armas de fósforo contra a população de Gaza.
.
Israel utilizou munições com urânio empobrecido contra a população de Gaza.
.
Israel utilizou flechettes contra a população de Gaza.
Isto sim, é uma arma nova e até agora desconhecida.
Flechettes, a nova arma foi fornecida pelos Estados Unidos a israel. Flechettes são dardos de metal com 4 cm de comprimento e 4 aletas traseiras.
As flechettes são condicionadas em bombas de 120mm. São disparadas por tanques.
Cada bomba leva em seu bojo de 5 mil a 8 mil flechetes.
As bombas explodem no ar e dispersam as flechetes numa área de 300 metros.
Alguém consegue imaginar a dor que as mais de 400 crianças assassinadas sentiram ao serem atingidas por essas armas?
Alguém consegue imaginar tamanha crueldade?
A denúncia é da Anistia Internacional.
E agora Ezequiel?
MZ
19/04/2013 em 14:36
O problema do proselitismo dos fundamentalistas religiosos e isso vale para todas as religiões monoteístas, é que eles são bem “espertinhos” quando estão “proselitando” os mal informados: eles sorrateiramente só mostram o lado “bom” da sua religião que só o é por ser totalmente desconecatado com a realidade e só as passagens muito convenientes de seus livros “sagrados” ou melhor sangrentos.